Revista eletronica Mulheres Feridas Que Voam-edição de MAIO-IMPERDIVEL

Oi,Meninas

 

Ando meio ausente…alias-muito ausente,mas,agora que as coisas estão se normalizado,logo volterei a postar aqui,enquanto isso visite a nossa Revista Eletronica-A edição do mês de Maio,com materias especial par ao dia das mães,acabou de saiu…

Um forte abraço

 

 

www.mulheresferidasquevoam.com

 

“Transformando a dor em missão”

Em algum momento do meu luto eu percebi que só existia uma forma de sobrevivência…”Transformar a minha dor em missão”…Desde de então tenho trabalhado de forma continua,mas,não estavel nesse projeto.

O primeiro passo foi começar a pagina no Fabebook- a segunda parte- é  esse site- A REVISTA ELETRÔNICA.Depois de meses de trabalho entre poucos risos e muitas lagrimas,mas,confiante no futuro

Finalmente 0 site entra no ar-Hoje 06 de Abril de 2012-um ano depois do meu filho Oliver partir.

Eu sempre senti que eu tinha uma missão especial e Deus durante toda  a minha vida me enviou pessoas para confirmar isso,mas,eu nunca pensei que minha historia e missão de vida fosse ser tão profunda,como sempre fui muito “perua”,falante…..acreditei que um dia estaria nos palcos,pois amo teatro,poesia,escrever texto,criar,fantasiar…mas, na verdade descobri quase aos 40 anos que a missão que Deus tinha pra mim não tinha nada de glamour,luzes e ação…

Naquele mesmo dia,na loucura e dor do momento da perda eu já sabia disso….e gritava com mais raiva..achei injusto da parte de Deus,me fazer sonhar a vida inteira,me revelar atraves de sonhos e pessoas que havia algo muito especial pra eu realizar na minha vida e de repente perceber que pra viver minha historia na plenitude dos sonhos de Deus eu precisava antes ser cortada na minha propria carne.Quando os dias,meses foram passando e eu fui voltando as revelações do passado,pude agora despida do poder de pensar que sou  dona da meu destino,ver claramente que Deus sempre falava sobre isso…Que eu trabalharia com mulheres,teria uma organização,uma ONG e tantas outras coisas que agora sei que estão ligadas diretamente a perda do meu filho.

Confesso que ainda não tenho a forma absoluta desse projeto,visto que o luto tem sido meu companheiro e pensar claramente ainda não tem sido rotina nesse ultimo ano,mas,sei e sinto profundamente no meu coração que esse projeto vai mudar minha vida e de muitas e muitas mães no Brasil e no mundo.Acredito que vamos nos tornar uma comunidade forte,de expressão onde vamos antes de tudo reaprender a viver com nós mesma e depois “ensinar” a sociedade sobre as particularidade da nova vida de uma mãe que perde um filho.

A nossa caminhada será longa,mas,logo logo tomará forma e aos poucos vamos valtando a viver,talvez não tenhamos um estabilidade emocional como antes,mas,ainda assim podemos ser vista como mulheres valentes,guerreiras,as vezes fortes e outras fracas,mas,nunca “coitadinhas”.

Então meninas…sozinha eu não posso,mas, juntas acredito que podemos trasnsformar a nossa dor em missão…cada uma de nós tem uma missão e mesmo apesar de tudo não podemos morrer sem antes termos realizado,pois acredito que nossos filhos cumpriram na plenitude as suas e quanto a nós ainda existe muito o que viver.

Um forte abraço

 

Esse artigo foi publicado no meu novo site MULHERES FERIDAS QUE VOAM,uma Revista eletronica que tem a intenção de recuperar a auto-estima das mães que perderam filho.Estou há um certo tempo sem postar aqui..precisei concentrar minhas forças nesse novo projeto,mas,esse blog aqui continua sendo o grito e  desabafo d aminha alma.Prometo que assim que todo esse projeto novo já estiver funcionado,volto pra continuar minha jornada aqui com vocês.Enquanto isso meninas vamos nos encontrando lá na Revista e tambem no Facebook.

 

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Beijos

 

 

Quando o amor, toma atitude, a esperança diz: “Bom dia Flor do dia”

Quando o amor, toma atitude, a esperança diz: “Bom dia Flor do dia”

 

Não sei exatamente quantas FASES ou quantas FACES terei,nessa segunda parte da historia da minha vida…o que sei é que sinto que desdo do dia do “PRIMEIRO DIA DO RESTOS DA MINHA VIDA” em 17 de agosto, que sinto como se estivesse començado a viver a segunda parte do meu luto….a primeira pode ser  vista em todas as postagens antes dessa data…foi uma fase de negação,revolta,ira,raiva…muito raiva…acreditar que um dia como o de hoje pudesse existe era simplesmente impossivel. Ter dias alternados como “bipolar” jamais passou por minha cabeça, afinal,todos esses meses só funcionei com um “polo”…o polo que puxava pra baixo, que leva  ou chão. Agora parece que sou bipolar…as vezes estou no chão,outros no teto….a falta de equilibrio ainda é visivel,a instabilidade do meu humor é notaria,seja no mundo real ou virtual.

Durante os primeiros seis meses,escolhi o insolamento,nada de telefonemas,visitas ou qualquer vida social….raramente fui o supermercado, ao banco ou shopping.Fui na casa da  minha amiga Katia,uma ou duas vezes pra que ele ficasse com meu bebe para eu ir ao  medico. (mais…)

Até que a morte nos separe

Até que a morte nos separe
Abrir meus olhos lentamente…voltei a fechar e fiquei um bom tempo assim…abrir de novo…fechei…isso se repetiu varias vezes…até que finalmente fiquei com eles abertos,mesmo ainda tendo uma visão embaraçada…Naqueles primerios momentos depois da minha volta do coma que fiquei por 5 meses…sentia as coisas mais do via…as vezes via e não sentia..mas,tambem sentia e não viaPude senti e ver os amigas que estiveram todo aquele tempo segurando forte nas minhas mãos,até aquelas que eu pedi tantas vezes para me deixar…desisiti de mim…estavam lá…sempre esteveram..dia e noite…
Não sei se contei direito,considerando que ainda estava zonza,posso não ter sentido ou não ter visto,mas,acredito que naquele quarto,ao abrir meus olhos,ali estavam 4 ou 5 amigas que se revesaram e estiveram de alguma forma 24 horas comigo… (mais…)
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